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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Cuidado com os cães neste verão.

O verão vem chegando,e com ele o calor e chuva que posem ser prejudiciais tanto á humanos quanto aos animais.
Alguns cuidados devem ser tomados e outros intensificados.
Uma das causas desse perigo é o número de ácaros,carrapatos,pulgas,mosquitos e etc,que com a temperatura favorável do verão ,acabam se reproduzindo muito mais rapidamente podendo causar doenças como a Leishmaniose que quase sempre é fatal.
Também temos o grande número de enxurradas e alagamentos podem causar a leptospirose tão perigosa para humanos e animais.
Também é bom lembrar dos horários dos passeios,nos picos de calor podem causar desidratação,queimaduras e nos casos mais graves,hipotermia.Sempre é bom levar água fresca e ter um sombra para descansar.Abaixo um vídeo que fala mais sobre alguns cuidados que devemos tomar no verão.


domingo, 7 de agosto de 2011

Cães e gatos são alérgicos e precisam de cuidados especiais

Cães e gatos são alérgicos e precisam de cuidados especiais

Os veterinários são unânimes: essa é a queixa campeã nos consultórios. “As substâncias que irritam os bichos de estimação são, no fundo, as mesmas que disparam a alergia em seres humanos”, diz a veterinária Tânia Parra, de São Paulo. Conheça algumas das manifestações mais frequentes.


Dermatite alérgica a picada de pulga (dapp): Equivale à nossa alergia a picada de insetos - só que, nos bichos, a pulga é sempre a maior culpada.

Sintomas: quando uma proteína da saliva do inseto cai na circulação do animal, o organismo reage para combatê-la. Surge a coceira intensa e, em consequência, lesões que enfraquecem e derrubam os pelos. No cão, a região mais afetada é aquela próxima à cauda. No gato, o pescoço é o alvo preferido.

Tratamento: extermine as pulgas e cuide dos ferimentos com medicamentos específicos, receitados pelo especialista.

Dermatite atópica: Por trás dela, podem existir os mais diversos agentes: polen, perfume (usado depois do banho em pet shops ou até mesmo o do dono), ácaro, mofo, fumaça de cigarro, produtos de limpeza, lã, remédios, plástico, e por aí vai. É comum no cachorro e bem rara no felino.

Sintomas: muita coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do bicho.

Tratamento: a saída é ficar de olho no ambiente em que o animal vive para afastar a causa. Se você não identifica a razão do coça-coça, pode recorrer a um exame de sangue que, diga-se, é caro e não apresenta resultados precisos. O material é colhido no consultório e analisado nos Estados Unidos. As feridas são tratadas com xampus especiais e medicamentos.

Alergia alimentar: Os cães são as principais vítimas. Aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões. Mas, para alguns animais, as reações são disparadas pelas proteínas da carne bovina.

Sintomas: são idênticos aos da alergia atópica. Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. “Só que isso nem sempre surte efeito”, avisa o veterinário Marcos Fernandes, de São Paulo. “Por isso, às vezes eu recomendo refeições caseiras aos bichos muito alérgicos, como arroz ou batata cozida, peito de frango desfiado e um legume, que pode ser chuchu ou abobrinha”.

fonte : http://www.diariodemarilia.com.br/

terça-feira, 19 de julho de 2011

Animais de estimação fazem bem para a saúde, revela estudo

Washington - Os animais domésticos proporcionam apoio social e emocional às pessoas, revelou uma pesquisa da Associação Psicológica dos Estados Unidos.O estudo indicou que donos de cachorros, gatos e outros bichos de estimação mantêm uma relação tão estreita com as pessoas próximas como a que têm com seus animais, o que aponta que este tipo de interação não é desenvolvida em função das relações humanas.

Os psicólogos da Universidade de Miami e da Universidade de St. Louis realizaram três experimentos que examinaram os possíveis benefícios de se conviver com um mascote.

Segundo o artigo publicado na internet da revista Journal of Personality and Social Psychology, o estudioso Allen McConnel, da Universidade de Miami, disse que, em termos gerais, essas pessoas "têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação".

"Especificamente os donos de mascotes têm mais autoestima e estão em melhores condições físicas, além disso, tendem a ser menos solitários, são mais conscientes do que ocorre a sua volta, são mais extrovertidos, tendem a ser menos receosos e menos preocupados", acrescentou.

Para realizar o artigo, os pesquisadores questionaram 217 pessoas (79% mulheres, idade média - 31 anos, renda familiar de cerca de US$ 77 mil).

"Os estudos revelam provas consideráveis de que os animais de estimação beneficiam a vida de seus donos tanto no âmbito psicológico como no físico, já que representam uma importante fonte de apoio social", concluiu.

Extraido de: Estadão On line

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cono evitar extress no seu pet

Como evitar o estresse em animais domésticos

Situações adversas estão constantemente presentes na rotina das pessoas, trazendo muitas vezes o cansaço físico-mental e estresse. Isso, porém, não é restrito apenas às pessoas. Os animais domésticos também enfrentam esse problema. Os bichos de estimação costumam desenvolver uma relação de dependência e dominância sobre os donos, sendo muito sensíveis a uma relação instável ou até mesmo ao cotidiano do proprietário. Algumas situações, muitas vezes tidas como engraçadas, como o cão correr freneticamente ao redor da vasilha de comida quando o dono chega em casa após um período de trabalho, por exemplo, pode ser um sinal de estresse. Atitudes como cavar, morder, arranhar portas e janelas, uivar, latir, chorar e urinar e defecar em lugares impróprios são sintomas comuns desta alteração. A primeira coisa que vem à cabeça do proprietário é classificar o animal como desobediente ou mal-educado. Mas o que pode estar ocorrendo na verdade é o acometimento do animal por estresse.

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Sabe-se que o estresse pode trazer diversos danos à saúde das pessoas. No caso dos bichos de estimação, não é diferente. Animais acometidos por estresse podem desenvolver problemas gástricos ou até tornarem-se agressivos. Dentre as situações que podem desencadear o estresse em animais domésticos estão: períodos de fome ou sede, viagens, falta ou excesso de exercícios, solidão, mudanças na rotina, ambiente conturbado – por exemplo, presença de outros animais ou pessoas desconhecidas, datas festivas – fogos de artifício, banho e tosa, consultas veterinárias, participação em exposições ou competições, etc.

Além de estarem atentos a essas situações adversas, os donos de animais de estimação também podem lançar mão de suplementos nutricionais com função antiestresse, já disponíveis no mercado. É caso do Triptophan®, fabricado pela Vetnil – um dos maiores laboratórios veterinários do País, que apresenta fórmula à base de Triptofano, Magnésio, Vitamina B1 e Extrato Protéico Vegetal, indicado justamente para diminuir o estado de inquietação do animal. É ideal para animais que participam de competições, pois não afeta o desempenho dos mesmos. O Triptofano e o Magnésio estão relacionados com a síntese de serotonina, uma substância que está diretamente ligada com a diminuição de estresse, proporcionando sensação de bem-estar. Já o Extrato Protéico Vegetal é responsável por auxiliar na obtenção dos efeitos antiestresse. O Triptophan® é administrado por via oral e está disponível em seringas com 15 e 30 gramas. Mais informações no site www.vetnil.com ou no SAC 0800.109.197.


Texto extraído de: Pet rede

sábado, 21 de maio de 2011

Gto vs cobra

vídeo publicado em 2010 na internet que mostra o confronto entre um gato e uma cobra continua fazendo sucesso (assista). O vídeo postado no site YouTube já superou o 1,2 milhão de acessos. Pela velocidade dos ataques, fica até difícil saber quem venceu o combate. Para a maioria, o felino levou a melhor. Mas alguns apostam que o réptil saiu vencedor.

Vídeo postado no site YouTube já superou o 1,2 milhão de acessos. (Foto: Reprodução)


Fonte:G1

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Verinha manda noticias pra vcs!

Oi tias!

Vim aqui contar as novidades, como prometi!

As notícias são boas: ontem a tia Elisa me levou pra tirar aquela fotografia pra ver minha patinha, e a tia de branco falou que o ossinho da minha pata quebrou, mas que já está se consertando sozinho, ela disse que está calcificando, palavra difícil ne?

Então ela falou que não vai precisar fazer nada, que eu vou ficar boa, talvez eu fique manquinha, mas tudo bem né? Isso não me impede de correr, de brincar e de pular em cima das coisas. A tia Elisa diz que eu sou terrível, hehehe.

Bom, ontem à tarde a tia foi no abrigo, e voltou com uma surpresinha pra mim: me trouxe um amigo, ele é menor que eu, mas parece um menino legal... No começo eu não gostei muito não, eu rosnei pra ele, hihihi... Mas hoje já estamos mais amigos e a tia até nos viu brincar de lutinha!

Ele foi encontrado por um rapaz que pediu ajuda pras tias, e a tia Thaís aceitou o pedido. Só que acharam que ele era uma menina, e o chamaram de "Ana", porque foi encontrado no Ano Novo. Mas ontem viram que é um menino, e meninos não podem se chamar "Ana" né? Então a tia Elisa o batizou de Ivo.

Ela tirou umas fotinhos para vocês conhecerem meu novo amigo. Ah, e uma minha, linda, pra vocês verem como to cada vez mais bonita (e menos sujismunda, hehehe).

Beijinhos,

Vera.



Escrito por Elisa às 12h44

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Gatinha vera & ajuda AUG

Vera é a mias nova resgatadinha da AUG ,confira sua chagada

Oi, eu me chamo Vera! A tia Elisa me deu esse nome em homenagem à avó dela, bonito né?

Eu cheguei na casa da tia na terça-feira à noite, uma tia me achou na rua, mancando, com a patinha machucada. Eu não estou apioando a patinha no chão, sabem? Provavelmente sofri algum acidente, ou fui atropelada, as tias não têm como saber.

Ontem a tia Elisa me levou no tio de branco, ela disse que o nome dele é Dr. Luis. Cara bacana ele, sabiam? Ele examinou minha patinha e disse que deve ser uma fratura antiga, de umas 3 ou 4 semanas, e que eu to com um pouquinho de dor.

Ele falou que pra saber melhor o que aconteceu, tem que tirar um tal de raio-x, a tia Elisa me explicou que é tipo uma fotografia, que não dói nadinha. Ufa, ne?

Então sábado ela vai me levar pra tirar a tal fotografia. Aí eu volto pra contar as novidades.

Seguem umas fotos que a tia tirou de mim quando eu cheguei. Ela disse que parecia que eu estava morando no deserto do Saara, de tanta água que eu tomei! hehehehe, água fresca, quem não gosta? Ah, e ela me chamou de sujismunda, pq eu tava meio encardida... hihihi, gatinho de rua é assim né? mas logo logo vou estar limpinha e perfumada!

A tia tá apaixonada por mim, disse que meu motorzinho de ronron tem bateria Duracell, que não acaba nunca! =)

Até mais!

Beijinhos,

Vera

Ajuda para gatinho!

Na semana do Natal, recebemos um pedido de ajuda para um gatinho que estava encolhido dentro de uma área do metrô Parada Inglesa, na Zona Norte. Disseram que ele tinha sido atropelado e ficado grudado no carro da pessoa por um tempo. Depois se arrastou, se arrastou e entrou nessa área de difícil acesso.

A Flávia, voluntária do AUG, foi até lá e resgatou o pobrezinho que estava com muita dor. De lá, ele foi direto para a UTI.

Fez raio-x, ultrassom e, graças a Deus, nenhum órgão foi afetado. Em compensação, o abdome dele estava inteiro enrugado, necrosado, devido a uma intensa queimadura.

Da UTI ele foi encaminhado para cirurgia com o Dr July.



Toda a região afetada precisou ser retirada e foi feito um enxerto de pericárdio eqüino no local. Também achamos estranho, mas o Dr July- um dos melhores cirurgiões do país – sabe o que faz!

Nicolau está novamente na UTI, medicado para a dor, e fazendo dois curativos diários. Os curativos são trabalhosos e requerem cuidados especiais. O enxerto precisa ficar sempre hidratado para que a regeneração do tecido do corpo do gatinho ocorra direito.

Não temos como tirar o Nicolau da UTI por conta desses cuidados intensivos, da delicadeza desse tecido eqüino e, também, porque – por melhor que esteja sendo o resultado – alguns pontos (são cerca de 100 pontos) estão abrindo. O Dr July disse que é normal se levarmos em consideração o estado em que o gatinho chegou.

Conforme a pele do Nicolau for se regenerando ele vai precisar de outras cirurgias. O tecido eqüino vai ser retirado aos poucos. São esperadas pelo menos mais duas cirurgias.

E é por isso que pedimos toda colaboração possível para este gatinho. Na UTI é cobrado tudo: desde a diária até cada esparadrapo, cada cotonete, cada agulha que ele usa. E as cirurgias no Dr July não são baratas, mas são da melhor qualidade possível.

Sabemos que o Nicolau vai fazer um rombo nas contas do AUG, mas somos da seguinte opinião: se é pra pegar, é pra cuidar direito!

O que não podíamos ter aceitado era deixar o pobre Nicolau jogado no metrô até morrer de dor e fome. Tanta gente viu e pensou: “que pena, não posso fazer nada”. Nós não somos assim!



Por favor, qualquer quantia:

Itaú- 341 – agência 2970 – conta corrente 12869-6

Bradesco – 237 – agência 3334 – conta corrente 6253-7

Razão Social: Adote um Gatinho

CNPJ: 08.858.329/0001-08

Após colaborar, comunique sua doação para a susan@adoteumgatinho.org.br

Obrigada!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Nda de preconceito com gatos pretos!


Leiam pensem e reflitão!
Gente, essa é uma incógnita!
Temos reparado que as pessoas adotam mais filhotes do que adultos, mas até aí, infelizmente é um fato ao qual já estamos acostumados à conviver. Só que também nos deparamos com outro fato curioso: as pessoas preferem filhotes coloridos. Sabe, aquele marronzinho, branquinho, amarelinho? Ou aquele preto e marrom, aquele amarelo e branco, ou cinza? Reparamos isso porque temos diversos filhotes pretos para adoção, mas quase todos ficam pra trás dos coloridinhos.
Estamos tentando entender: afinal, por que as pessoas preferem os filhotes coloridos ao invés dos pretinhos? Eles são peludos como todos os outros: eles também precisam de carinho, de um dono, de atenção. Também correm o risco de não serem adotados, também sofrem com o abandono. Para aqueles que não sabem, é muito mais provável que nossos cães sejam adotados enquanto filhotes. Depois que crescem, eles perdem praticamente 90% de chances de conseguirem um dono, e ficam nos abrigos. Muitos estão lá desde filhotes, nunca ganharam a oportunidade de ter um lar, uma casa, nunca conheceram o aconchego de um colo (só do nosso, mas não podemos fazer isso todos os dias).
Pensando nisso, resolvemos então escrever uma... ... lista de vantagens em adotar filhotes pretinhos!
- Ele não suja e não mancha;
- Você pode camuflá-lo no escuro e quando um ladrão entrar, ele vai surpreendê-lo com uma mordida sem ele conseguir ver de onde vem (não doamos animais com essa intenção, mas veja bem, se acontecer você está preparado);
- Se você sair com ele na neve, será bem notado (ta, não temos neve no Brasil, mas quem se importa?);
- Caso você saia de casa vestindo roupa social preta, ela irá cheia de pêlos e ninguém nem vai notar;
- Em uma festa black tie você poderá levá-lo na bolsa sem que ninguém note que é um cachorro;
- Ele pode entrar debaixo do seu carro e se sujar de graxa, que ele sairá da mesma cor que entrou e você nem vai notar – o que evita estresse emocional para você e sua família;
- Numa festa a fantasia você pode ir de Robin e ele de Batman. Só precisa da capinha (pra ele), olha que econômico!
- Você tem uma Ferrari? Ele combinaria perfeitamente com o banco preto do seu carro. E aquelas pessoas que ficam nos faróis para limpar seus vidros sequer vão chegar perto – mas vale pro fusca também! =)
- Para assistir ao jogo do Corinthians ou Santos é só vestir a sua camiseta branca e levá-lo no colo;
- Você pode camuflá-lo com listras brancas e enganar a carrocinha dizendo que é uma zebra;
- Você estará sempre na moda, porque todo mundo que é "fashion week" tem um pretinho básico no armário (ou quintal, né...).
Viu? Inúmeras vantagens!! Mas deixando a brincadeira de lado, pedimos que nos ajudem a divulgar os nossos pretinhos, ainda mais porque todos sabem que os abrigos estão super lotados (como todos os outros que existem). Precisamos de ajuda porque eles estão crescendo, ficando pra trás, perdendo a sua chance.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Queremos espaço

Eles também querem espaço

Com o aumento de pessoas que buscam a companhia de animais domésticos, cresce a necessidade de criarem-se cantos específicos que fazem a alegria dos bichos e de seus donos

Uma adaptação simples, segundo a arquiteta
Luciana Savassi Guimarães, é o uso de piso antiderrapante
Atualmente, é grande o número de pessoas que optam por ter um animal de estimação em casa. Seja para fazer companhia, agradar às crianças ou simplesmente por amor aos bichos, o fato é que nos últimos quatro anos houve um aumento de 17,6% no número de cães e gatos domésticos no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação seria de um cão para cada seis habitantes e um gato para cada 16.

O aumento da população de animais domésticos pode ser percebido em todas as classes sociais, como aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Hoje, 63% das famílias brasileiras de classe A e B têm um bicho de estimação e o consideram integrante da família. Esse número passa para 64% na classe C e é de 55% nas D e E. A estimativa é de que 59% dos lares têm algum bicho doméstico.

Diante disso, é comum a preocupação com a criação de soluções que proporcionem mais conforto aos moradores e seus animais de estimação. O arquiteto da D&A Arquitetura Luciano Costa, observa que, em decorrência da expansão do mercado imobiliário, as construtoras e incorporadoras apostam cada vez mais nos imóveis personalizados, que atendam as expectativas dos variados perfis de consumidores. "Nessa corrente, dentre outros espaços, como salão de beleza e garage band (espaço a prova de som para ensaio de bandas), existem alguns empreendimentos que contemplam áreas para animais de estimação, algumas vezes chamadas de pet care", explica.

A arquiteta da Even Construtora e Incorporadora Roberta Castanheira de Barros explica que o pet care é um local destinado ao cuidado (banho e tosa) de animais de pequeno porte. "Além dele, pode haver o dog bar, pequeno espaço onde o cachorrinho pode beber água ao chegar do passeio", diz.
Roberta Castanheira de Barros, da Even Construtora, diz que demanda
por áreas para bichos de estimação tem crescido no mercado imobiliário
Uma prova do crescimento da procura por soluções voltadas para os animais domésticos, de acordo com a arquiteta Luciana Savassi Guimarães, é o destaque que espaços como esses ganharam em mostras, como a Casa Cor, maior evento de arquitetura, decoração, design e paisagismo da América Latina, realizado anualmente desde 1987. "Nela, arquitetos e decoradores podem personalizar esses espaços de acordo com um cliente pré-determinado e ousar nas soluções estéticas e funcionais com novos materiais e ideias", aponta.

CRIATIVIDADE

Conforme Luciano Costa, para a concepção dos locais para os animais de estimação, o arquiteto deve se valer de sua experiência ou da assessoria de profissionais qualificados, veterinários e zootecnistas. "De posse do perfil a que se destina o empreendimento é que será dimensionada adequadamente a área, levando em conta o bem-estar animal e a harmonia junto à imagem global do edifício."

Luciana Savassi conta que existem dois tipos de espaços voltados para o cuidado com os animais domésticos. "O pet care e o pet space, projetados geralmente na área comum, para que os animais se exercitem, brinquem e interajam." Para o primeiro, a solução pode ser simples, criando só um local para banho e uma bancada de apoio. "Mas também pode ser personalizada, se for um projeto feito para um pet em especial. Aí será levado em consideração seu tamanho, peso, tipos de tratamento que vai receber no local e decoração personalizada. Existe até ofurô para eles", comenta.

Já o pet space pode ser desde um local determinado ao ar livre para este fim até um espaço mobiliado tipo playground de animais, com vários tipos de acessórios específicos para eles se exercitarem e brincarem, como explica a arquiteta. "Ambos os espaços podem ser oferecidos pela própria construtora no projeto inicial do prédio e entregues mobiliados e decorados ou podem ficar por conta dos condôminos", acrescente Luciana.

Fonte: Jornal Estado de Minas - Júnia Letícia (http://noticias.lugarcerto.com.br/)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Gravidez+Cão o que fazer?

Cão e primeira gravidez



O que fazer com o cão quando a dona fica grávida pela primeira vez?

A situação é, geralmente, estressante para a futura mãe.Mas, na realidade, pode ser o prenúncio de muita diversão e felicidade para toda a família.Basta administrá-la com lógica, sem preconceitos, e adotar atitudes baseadas não no ponto de vista humano, mas sim no ponto de vista do cão.

Ficar com o cão

Ao se tornar grávida, não ceda às primeiras sugestões de doar seu cão.Muito menos o isole.Dirão que o cachorro e bebê não dão certo, que é perigoso, que o cão transmite doenças.Quanta falta de informação!Quem chega da rua e não lava as mãos e o rosto é um vetor (condutor) de infecções e moléstias pior que qualquer animal doméstico.

Nos períodos pré-natal, neonatal e pós-natal, que são distintos para o cão, não mude a rotina dele.Não o relegue a um segundo plano (lembre-se: ele era o "bebê" da casa quando chegou - era ou não era?).

Faça a chegada do novo membro da família e a presença dele serem vantajosas para o cão e do interesse dele.Para tanto, é importante sempre "raciocinar" como cão.Ele é sensível, seja filhote, seja adulto ou velhinho.Dependendo da idade dele, aja de forma ligeiramente diferente.Permito-me construir um "teatrinho", que chamarei de "Os três monólogos dos cães".Um filhote "diria", entre pulinhos (principalmente nas pernas da dona): "Oba! Vou ter companhia pra brincar.Isso aí é coisa boa!Vim dar uma cheiradinha na roupa dele e já ganhei um biscoito extra".O adulto "diria": Bem...Temos movimento acho que até uns latidinhos e mordidinhas..Mas, não acho que meus donos me conhecem bem...Ninguém vai se meter muito comigo".

Quando conseguimos entender essas atitudes, entendemos o cão dentro das "regras" dele.Um pouco como os humanos: "Se me tratarem bem, tudo ok..."Regra de jogo do behaviorismo mais simples.

Preparativos

É muito importante que o cão seja levado para uma verificação do estado geral de saúde deles.As poucas afecções que seriam transmissíveis são facilmente percebidas pelo veterinário e tratáveis, deixando o cão em perfeitas condições de convívio com os da casa e, em especial, com o bebê, cuja imunidade neonatal é incipiente.

Quanto à obediência, a quem o cão "ouve"melhor? Se não for à um dos donos, um adestrador que conheça condicionamento operante e que saiba usar o "clicker" poderá ajudar o cão reconhecer quem são os "alfas" da casa.

Não se iluda.Seu cachorro sabe muito bem, intuitivamente, que tem gente nova chegando.Ele deve ser familiarizado com os novos sons, odores e visões que terá com a vinda do bebê, nas semanas que antecedem a chegada.Isso inclui tudo que estará associado ao mais novo integrante da família: mobiliário, ambientes, roupas, loções e cremes.

O espaço "quarto do bebê" deve ser aberto ao cão, com supervisão e regras relativas a quando ele pode entrar.Não é aconselhável que o quarto se torne uma área proibida.Aos que alegarem alergias, diga que estudos internacionais já mostraram que, quanto mais cedo for o contato da criança com animais, menor a probabilidade de ela desenvolver problemas respiratórios.A menos que o bebe nasça alérgico e seja diagnosticado como tal.

É bom fingir trocar fraldas numa boneca na presença do seu cão, para ele se acostumar.Isso é importante.Dependendo do apego que o cão vier a desenvolver com o bebê, vai "defendê-lo" de qualquer "perigo", pois a natureza ensinou a ele que o bebê "filhote"humano é parte mais fraca do conjunto.

Induza seu cão a cheirar as futuras roupinhas do bebê.Se ele não se encostar nelas, prêmio para ele e palavras de carinho e aprovação.

Leve o cão a casas que tenham bebês, para que sinta o cheiro de crianças, aquele odor especial de bebê.Ele também se familiarizará com diferentes choros - de fome, de dor de barriga, de sono e até, simplesmente, de manha.

Peça roupinhas dos filhos dos seus amigos antes de serem lavadas, para o cão cheirar.Isso inclui a roupinha de cama.O suor do bebê recém-nascido tem odor característico.Lembre-se que os cães são farejadores naturais e que, quando procuram identificar algo pelo cheiro, são capazes de distinguir centenas de nuances, enquanto os humanos detectariam umas quatro ou cinco.

Faça também o seu bebê, enquanto estiver ainda sendo gestado ouvir latidos do cão.Quando ele latir como normamelmente faz, fique perto dele.Se os latidos forem exagerados, fora dos padrões usuais, diga-lhe um "não" firme, mas sem gritar, para não assustar o bebê.

Sempre que tiver um tempinho, chame o cão, sente no sofá, acaricie-o e induza-o a cheirar sua barriga.Os ouvidos extremamente sensíveis dele vão perceber que, dentro de você, algo está vivo.

Faça um grande esforço para não mudar a rotina do cão.Se agora não dá para continuar a levar o cachorro para passear, consiga outra pessoa para levá-lo, mas não deixe que ele pare de andar.Peça a amigos que venham visitá-lo, para que ele se sinta, ainda, o centro de atenção.Não se esqueça de acariciar o cão sempre que possível.Reafirme que você gosta dele.

Com o bebê

Um destaque especial: as fraldas sujas! Fihotes e cães adultos consideram as fezes de recém-nascido o caviar canino.Se encontraream "caviar""disponível", eles o comem.A isso se chama copofragia, que pode se tornar crônica.Seu cão não deve chegar muito perto das fraldas, mas deve saber o que é feito com elas.Guarde-as em recipiente de lixo à prova de cão "investigativo", principalment se o cão for filhote.Um bebê com diarréia provocada por salmonela, por exemplo (um dos poucos males vindos de humanos que podem afetar os cães), ainda que pouco provável, pode contaminar o cão, seja filhote ou adulto.

Não esconda o bebê do cão.Controle o contato entre eles.Nunca deixe uma criança sozinha com o mais manso dos cães, até ela ter pelo menos oito anos.O cão é irracional.Não tem noção de ética, não sabe diferenciar o bem do mal, e sim o perigoso do seguro.Não ser racional não significa não ter "sentimentos".Ele é leal.Ama você e sua família (a "matilha" dele) incondicionalmente.Pode ser capaz dos maiores atos de verdadeiro heroísmo, praticados na defesa de seus donos.Mas, em determinadas circunstâncias, geralmente por medo, por dor ou por sentir-se acuado, o cão morde o próprio dono ou quem quer que esteja representando perigo ou dor.Se o cão não for educado e se tiver tendência possessiva, pode atacar quem se aproximar da comida dele, por exemplo.Há exercícios próprios para educá-lo nesse particular.Preste bem atenção nisso, pois quando menos você esperar, seu filho estará comendo a ração do cão e esse último, o biscoito do intrépido infante.É possível educar um cão para ser a prova de crianças e criança para ser a prova de cães.

Fonte: Sérgio P.Mendes
Matéria retirada da revista Cães e Cia, julho/2009 - pág.60 e 61

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Atento!



Notícia importante: Vacinação contra raiva é suspensa após morte de 217 cães e gatos
Vacinação atingiu 5,8 milhões de animais onde mortes foram registradas. Testes em laboratórios indicaram ocorrência de efeitos graves em animais.

O Ministério da Saúde determinou nesta quinta-feira (7) que seja suspensa em todo o país, de forma preventiva, a vacinação de cães e gatos contra a raiva. A análise parcial de exames laboratoriais feitos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento indicou a ocorrência de efeitos graves e mortes de animais após a vacinação.

Segundo o Ministério da Saúde, entre os dias 12 de agosto e 6 de outubro, as secretarias estaduais de Saúde notificaram 1.401 ocorrências graves envolvendo animais que tomaram a vacina, com registro de 217 mortes de cães e gatos.

Em nota divulgada nesta quinta, o ministério diz que entre os efeitos que não estavam previstos e que foram constatados após a vacinação estão "hemorragia, dificuldade de locomoção, hipersensibilidade de contato e intensa prostração".

De acordo com o diretor de vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, apesar de os dados parciais não serem suficientes para afirmar a real causa das mortes, os óbitos estão associados à vacina, uma vez que os sintomas nos animais tiveram início em até 72 horas após a aplicação.

“Até então, tínhamos relatos de mortes e casos graves nos estados, mas sem evidências de estudos controlados em laboratório. Agora que temos essas informações, mesmo que preliminares, decidimos suspender a vacinação preventivamente, até que os estudos sejam concluídos”, disse Hage.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina que está sendo analisada é a Rai-Pet, produzida pelo laboratório Biovet. Para a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos de 2010, o Ministério da Saúde comprou 30,9 milhões de doses da vacina, por R$ 23,4 milhões.

Do total de doses, já foram distribuídas 22,6 milhões aos estados. O ministério da Saúde ainda tem 7,3 milhões de doses da vacina em estoque. Desde julho, a vacinação já foi iniciada em 22 estados e no Distrito Federal. Foram vacinados 7,9 milhões de animais. A meta é vacinar 28,5 milhões de cães e gatos.

Mortes registradas
Os casos de mortes de animais após a vacinação ocorreram no Distrito Federal, Espírito Santo, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Nesses 11 estados e no DF foram imunizados, até 6 de outubro, 5,8 milhões de cães e gatos.

domingo, 17 de outubro de 2010

Nova descoberta

Células-tronco reduzem dores e curam lesões de animais

No interior de São Paulo, gatos recebem células-tronco para melhorar de certas doenças. O tratamento também ajuda para fazer os animais voltarem a se alimentar. Em cavalos, os membros se recuperam.


sábado, 2 de outubro de 2010

Qual é o seu pét ideal?Peixe e gato-parte 2

Qual é o seu pét ideal?Peixe e gato-parte 2

GATO
Divertido e independente na medida certa



gato


Carinhosos, mas um pouco mais autônomos


É o pet ideal para: Quem mora em lugares pequenos ou não passa muito tempo em casa. Sociável e afetuoso, o gato é mais independente que um cachorro e fica bem sozinho enquanto o dono sai para trabalhar. Em geral solicitam menos energia do dono que um cachorro.

Eles precisam de: Um cantinho com uma caixa de areia para que façam suas necessidades, além de alimentação duas vezes ao dia. Boa pedida é investir em arranhadores e brinquedos, que evitam grandes estragos nos móveis – afinal, eles precisam afiar as unhas em algum lugar. Instale telas de proteção nas janelas dos apartamentos e evite acidentes (eles se jogam mesmo!). Para os gatos que saem de casa sozinhos, a castração é importante para evitar brigas e filhotes não planejados. E, caso fique grande parte do dia fora de casa, considere ter dois gatos juntos – eles fazem companhia um ao outro.

Pense duas vezes se: Você viaja por períodos longos. Diferente no cachorro, que adora passear na coleira, não é fácil levar o gato para todos os lugares, e ele não aguenta ficar muito tempo sozinho em casa. Vale ficar esperto com a mobília. Se você for muito apegado aos móveis, esqueça! Eles sobem em tudo e até estragam um pouquinho com as unhas. Algumas pessoas com alergia sofrem com os pelos.


PEIXE DE ÁGUA DOCE
Coloridos, grandes ou pequenos eles adornam a casa e precisam de pouca manutenção




Ideal para quem não quer ter muito trabalho


É o pet ideal para: Solteiros e pessoas que moram sozinhas. Peixes são pets para quem não tem muita rotina ou não quer bagunça pela casa, já que exigem pouca manutenção e não ocupam muito espaço. Um peixinho pode ser um primeiro pet para crianças, estimulando a responsabilidade e carinho. Além disso, é um animal com baixo custo de manutenção.

Eles precisam de: Alimentação diária, limpeza eventual do aquário e um filtro na água. Alguns tipos de peixe exigem cuidados ainda mais simples: coloridos, os Betta não precisam de filtros nem aquários grandes – é só trocar parte da água a cada 15 dias.

Pense duas vezes se: Você quer um animal para ficar no seu colo e brincar. A interação com os peixinhos é limitada

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Qual é o seu pet ideal?Cão (p-1)

O pet certo para sua vida

Antes de decidir o seu bichinho sempre pense bem.Veja o que mais se adequada ao seu perfil ...Começamos hoje pelo cão.


O animal de estimação certo para você


Conheça as características de cada pet e descubra qual deles se encaixa melhor na vida da sua família


Por Júlia Reis, iG São Paulo |



cão


Acerte na escolha do bichinho de estimação!


Escolher um animal de estimação é uma decisão importante e envolve, além de muita “fofice” e diversão, bastante responsabilidade. Adotado, comprado ou ganhado, não importa. Você será o anjo da guarda desse “melhor amigo” por muito tempo, inclusive durante férias e feriados prolongados.


Divertidos, os bichinhos acabam se tornando um membro da família e, por isso, é interessante escolher um pet que e combine com o estilo de vida do dono e dinâmica do lar. Com o auxílio do consultor e educador de animais Gustavo Campelo, listamos as características de gatos, cães, pássaros e outras fofuras.


CÃO
Poodle, Labrador ou vira lata, eles são companheiros e alegram a casa




É importante avaliar se o grau de atividade da raça condiz com seu estilo de vida


É o pet ideal para: Quem tem disposição e tempo para se dedicar. Os cachorros são brincalhões e muito afetivos, por isso precisam de atenção. A personalidade dos cães varia de acordo com a raça: buldogues, por exemplo, são mais lentos, enquanto os Border Collies têm energia de sobra. Avalie se o grau de atividade do animal condiz com seu estilo de vida: um cão para correr com você no parque ou para fazer cafuné no sofá? Escolher um animal adequado ao tamanho da casa ou apartamento também é essencial.


Eles precisam de: Passeios diários, alimentação de duas a três vezes por dia e banhos quinzenais. Treinamento para obediência também é essencial – ninguém quer o um cão destruindo o sofá e fazendo xixi fora do lugar.


Pense duas vezes se: Você fica fora de casa por longos períodos, não tem rotina estabelecida ou viaja muito. Quem tem uma vida muito ativa deve incluir o cachorro em parte das atividades, ou optar por outro bichinho mais independente. A questão financeira também pesa: criar um cão custa, em média, R$ 1.500 ao ano.



CÃO DE GUARDA

Cuida da casa e da família, é fiel e precisa de treinamento



guarda


Companheiros, mas precisam ser bem treinados


É o pet ideal para: Quem quer a companhia de um cachorro e proteção. Interessante para famílias que moram em espaços grandes com jardim ou quintal. É importante adestrar o animal e passar bastante tempo com ele. Lembre-se: cães de guarda são grandalhões, mas também precisam de amor e carinho.

Eles precisam de:
Alimentação correta e muito exercício. Raças como Rottweiler e Fila não podem ficar ansiosos, por isso precisam de atividades. Para que a convivência com outras pessoas não se torne um problema, é importante que o cachorro passe por um treinamento de obediência.


Pense duas vezes se: Você não tem tempo ou verba para treinar o animal. Caso tenha crianças ou idosos em casa, é preciso ter cuidado redobrado.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ajuda

Siamesinha paraplégica


Oi gente, hoje vim apresentar a Siamesinha para vcs, uma gatinha que foi jogada no quintal de uma conhecida nossa que ao ver que ela não andava, só se arrastava, nos pediu ajuda. Sabe, ao ouvir a história por telefone e sabendo da nossa situação financeira apertada, a vontade que dá é pedir desculpas e dizer: dessa vez não posso ajudar, mas pensando: poxa, uma gatinha paralítica, a pessoa sem condições de cuidar, de pagar pelo tratamento que ela precisa, o coração mole fala mais alto e a gente sempre aceita mais um caso que sabemos que vai custar caro, dar um trabalhão, mas fazer o que? Deixar a gatinha morrer sem nem tentar? E não é que chega essa gatinha fofa, peludinha, alegrinha querendo viver e nos olhando com carinha de obrigada mesmo sem termos feito nada ainda?

Mas nem todos os finais são felizes, e lá fomos nós procurar a causa da paralisia dela. No sábado ela fez uma tomografia computadorizada que custa uma fortuna, igual a que nós humanos fazemos, mesmo aparelho e tudo. Foi sedada e as imagens feitas. Com as imagens na mão, ela foi para o ortopedista, o Dr. July que concluiu que essa pobrezinha de 6 meses de idade tem uma cifose importante e uma escoliose medonha. É como se a coluna dela estivesse torcida pra baixo e pro lado. A medula não acompanha a escoliose, o que acontece é que entre a terceira e a sétima vértebra ela encosta no osso, como se estivesse comprimida (mas não está). O Dr. July disse que não tem cirurgia pra isso e recomendou fisioterapia. É um problema congênito e não paulada, atropelamento e mordida de cachorro como das vezes anteriores, o que torna a locomoção dela ainda mais difícil: a articulação coxo-femural estava toda fora do lugar. Hoje ela fez cirurgia para amputação da cabeça de fêmur. Ela não vai voltar a andar por causa disso, pq o que ferra o neurológico é o problema na coluna, mas talvez ela se posicione melhor.

Essa gatinha, diferente dos nossos paralíticos que a gente coloca fraldinha e eles se arrastam, se acostumam, ela faz um esforço muito grande pra andar. Ela se arrasta com a lateral da barriga. Simplesmente não tem forças para ficar em pé, acaba escorregando e deitando. Imaginem a dor e o sofrimento?

Quando tínhamos poucos gatinhos, raramente pedíamos ajuda, mas temos muitas boquinhas para alimentar, temos muitos gatos doentes, casos graves como o dela para pagar cirurgia, exames, fisioterapia, medicamentos, isso tudo porque para economizar cuidamos deles nas nossas casas para não pagar UTI. UTI ou internação só quando é caso de vida ou morte. Mas estamos com o dinheiro curto de novo, tivemos 6 casos graves que vocês vão ver no nosso boletim mensal e precisamos de ajuda para pagar os custos da siamesinha.

Qualquer ajuda mesmo, 2, 5, 10 reais, ajuda a pagar o tratamento dela e dar pra essa menininha o melhor tratamento que existe para que ela possa andar sem tanta dor. Seguem fotos e um vídeo dela antes da cirurgia e logo colocamos um depois da cirurgia de hoje.

Para ajudar:

Doações em dinheiro podem ser feitas diretamente na conta da ONG:
Razão Social: Adote um Gatinho
CNPJ: 08.858.329/0001-08

Itaú: 0341
Agência: 2970
C/C: 12869-6

Bradesco:0237
Agência: 3334
CC 6253-7

Mande um email para a Susan avisando que você ajudou e ela possa agradecer e controlar!

Um beijo e boa sorte pra siamesinha, se depender de nós faremos tudo que for possível!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Apelos especiais da AUG (Adote Um Gatinho)

Procura-se família extraterrestre

Eu já escrevi sobre o Theo aqui no blog, lembram? Ele foi abandonado porque fazia cocô fora da caixa e acabou diagnosticado com epilepsia. Durante os ataques, o tigrinho perdia o controle sobre o corpo e urinava em si mesmo. Uma tristeza só. Sorte que as convulsões desapareceram com a santa gotinha de Gardenal diária, remédio que ele toma sem torcer o focinho.

Em um mundo perfeito, esse sofrimento todo bastaria para recompensar o peludo com uma família para lá de especial. Mas como a Terra está longe de ser perfeita, em vez do cafuné nas orelhas, do petisco de fim de semana e das brincadeiras de bolinha, Theo ganhou um tumor no cotovelo esquerdo e uma cirurgia dolorida.

Sabem o que nos deixa mais chateadas? É que ele é um gatinho super dócil e companheiro. Segue a gente até no banheiro e morre de tristeza se sobra para fora do quarto na hora de dormir. Seu passatempo preferido, além de roubar a comida do Lenny, é se enrolar em um colo quentinho. Pode uma gota de remédio lhe tirar a chance de ser feliz?

O que dizer para um bicho que te encara com um olhar verde-esperança que nunca desbota? E quando ele coloca as patinhas no nosso rosto, como se quisesse fazer uma declaração de amor, ignorando mais uma tentativa frustrada de lhe arrumar um lar? Talvez, seu lugar não seja mesmo aqui. Será que a Nasa vende passagem para outro planeta?

Texto escrito por Beatriz Levischi, dona do Gatoca e voluntária do AUG

Quer adotar?

GATINHO DA SEMANA – SFRONG

Oi, eu sou o Sfrong! Sou um gatão enoooorme, grandão mesmo, sabe? E o que eu tenho de grande, tenho de bonzinho! Sou muito tranquilo, muito paciente e aceito todo tipo de brincadeira. Sou ótimo para quem tem crianças em casa ou pessoas de idade. Sou mesmo muito bonachão! Tenho um ano e meio, e... quero muito um lar e bastante carinho. Me adota?

Se você não pode adotá-lo, mas gostaria de ajudar, divulgue essa mensagem entre seus amigos!

MAIS INFORMAÇÕES E CONTATO PARA ADOÇÃO NO SITE:http://adoteumgatinho.uol.com.br/default.asp
SE NÃO PUDER ADOTA-LOS DIVULGUE!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ninhadas Adote Um gatinho

Olha quem achou legal aparecer lá na AUG

Os filhotinhos, ah os filhotinhos... Tem coisa mais gostosa? A temporada de ninhadas nem começou, mas bebezinhos já começaram a pipocar por aqui.

Abandonados com apenas dois dias de vida, essas coisicas foram resgatadas por uma pessoa que nos achou e os levou para a Dra. Angélica. A Maria José, com suas mãos de fada e o aprendizado com a Dra. Angélica, cuida deles na mamadeira e eles estão crescendo fortinhos. Estamos na torcida! Não queremos nos animar muito porque são bebês de mamadeira e cada dia é uma vitória, mas estamos esperançosas.




Alguns dias depois, apareceu mais uma ninhadinha sem mãe e mais uma turminha para a Maria cuidar na mamadeira. Estes estão fraquinhos, mas lutando. Um dele é muito menor que os irmãos, estamos muito preocupadas...




E lembram da mamãe faminta que resgatamos do boletim passado? Pois ela teve seus bebês e é uma mamãe carinhosa e zelosa, cheeeeeeia de leite para cuidar dos seus quatro filhotes branquinhos como a neve. Lindos, dá vontade de morder!

Como colocamos essas fotos no Facebook e as pessoas enlouqueceram querendo adotá-los, queremos avisar que não vamos reservar nenhum deles e ainda faltam mais dois meses e meio, pelo menos, até que possam ser castrados e doados. Gatos não devem ser adotados só pela sua beleza, mas também pela sua simpatia, né? Temos muitos gatinhos simpáticos no site esperando por adoção faz muito tempo. Pensem nisso, ok?

O mesmo vale para essa ninhada, que parece de mentira! Seis meninas!!! Seis!!! Nenhum machinho. Seis lindezas que, por sorte, são fortinhas e foram resgatadas em melhores condições que os bebês sem mãe.



No dia em que fiz essas fotos das siamesas bebês, estava saindo quando encontrei uma moça com uma caixinha entregando essas três fofuras para a Dra. Angélica.




Ainda sobre bebezinhos, essas gracinhas foram abandonadas em uma praça dentro de uma caixinha de papel. Estavam LOTADOS de pulgas, não sei como aguentaram porque são uns ticos de gatos e deviam ter umas 100 pulgas em cada um. A pretinha é menina e o frajola é menino. Fofos!



Lembram que no boletim passado mostramos o Ruivão, achado zanzando abandonado e resgatado por uma conhecida? Pois acreditem, ele tinha dona e ela estava procurando por ele desde fevereiro. Essa história arrancou lágrimas de quem a acompanhou. O Ruivão, que na verdade se chama Max, tinha um amigo, idoso como ele. Quando o seu amigo morreu, ele ficou desesperado à sua procura. E ele, que nunca tinha saído de casa (eles moravam em um apartamento no térreo), resolveu procurar o companheiro pelo bairro e não encontrou o caminho de volta para casa. O nosso último boletim foi repassado e chegou até a Denise, que logo identificou o seu gato amado e entrou em contato desesperada para poder ficar com ele de volta. Ruivão voltou pra casa depois de quatro meses, magro, maltratado e com muitas cicatrizes do tempo que ficou na rua. E Denise aprendeu a lição: disse que vai colocar as redes de proteção em todas as janelas para que o Ruivão nunca mais tenha que passar por isso de novo.