quarta-feira, 9 de junho de 2010

Comcordo mil vezes!!!Comcordo


Aumento de casos de cães com leishmaniose em centros urbanosDonos resistem a entregar seus cães para eutanásia
O aumento de casos de cães com leishmaniose em centros urbanos veio acompanhado de um movimento silencioso, consistente e ilegal: a busca por tratamentos ensinados clandestinamente por veterinários e proibidos pelo governo. Donos que resistem a entregar seus cães para eutanásia encomendam medicamentos do exterior, internam os animais e até contratam advogados para defendê-los.
"Ingressamos na clandestinidade, fazemos contrabando. É fora da lei, mas nunca me perdoaria de entregar meus animais antes mesmo de fazer uma tentativa de tratamento", afirma um publicitário de Brasília.
A medida é condenada por autoridades sanitárias. "Não há nada que comprove que o cão tratado reduza o risco de contaminação. É um risco para pessoas que têm contato com o animal, principalmente as com sistema imunológico debilitado", diz o veterinário da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Péricles Massunaga.
No início considerada uma doença rural, a leishmaniose vem se expandindo para centros urbanos e hoje atinge 20 Estados. Até 2008, o mais comum era usar remédios indicados para humanos. Uma portaria assinada pelos ministérios da Saúde e da Agricultura, porém, proibiu essa prática, em razão do risco de o parasita desenvolver resistência aos medicamentos.
Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, testes em laboratório mostram que o parasita facilmente dribla a ação dos remédios. Há um número limitado de drogas e não há perspectivas de que novos medicamentos estejam disponíveis a curto prazo. Como o cão é o principal reservatório da doença, argumenta a secretaria, não sacrificar os animais infectados pode trazer consequências graves para a saúde pública, com a disseminação de parasitas mais resistentes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: http://www.estadao.com.br

olfato ajuda


Cães podem detectar câncer de pelo olfatoCachorros classificaram corretamente 63 das 66 amostras
Os cães são conhecidos como melhores amigos do homem e acabam de dar mais uma prova de amizade. De acordo com pesquisadores do Hospital Tenon, de Paris, França, podem indicar quem tem câncer de próstata por meio do olfato, 100 mil vezes mais aguçado que o de um ser humano.
A equipe passou um ano treinando pastores belgas malinois com o intuito de que diferenciassem a urina de pessoas com e sem a doença. Quando identificavam a presença de câncer, sentando ou correndo para o treinador, recebiam recompensas. No final da preparação, os cachorros classificaram corretamente 63 das 66 amostras, sendo que metade delas era de pacientes que apresentavam o problema.
Anthony Smith, especialista em câncer de próstata da Associação Americana de Urologia, disse ao jornal Daily Mail que esses dados sugerem que tumores podem eliminar compostos orgânicos voláteis e que o odor pode ser específico, além de acrescentar que o uso dos cães poderia ter resultados melhores que a análise dos níveis de PSA (antígeno prostático específico) no sangue.
Henry Scowcroft, da entidade Cancer Research UK, do Reino Unido, afirmou que há motivos práticos para que os animais não sejam utilizados na detecção da doença, mas que, com a compreensão das moléculas desprendidas por ela, os cientistas seriam capazes de desenvolver melhores testes de laboratório.
Trabalhos anteriores indicaram que cães poderiam ser educados para apontar câncer de mama e de pulmão.
http://saude.terra.com.br/ Fonte: http://saude.terra.com.br

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Campanha do agasalho


campanha do agasalho
Neste dia mundial do meio ambiente irei mostar a campanha do agasalho criada pela AUG
Campanha do Agasalho para Cães e Gatos
Não são só as pessoas que sofrem com a chegada do frio: em São Paulo
II Campanha do Agasalho para Cães e Gatos



Levar para um abrigo animais maltratados, doentes e famintos não significa que o sofrimento deles chegou ao fim. Os abrigos estão superlotados e a grande maioria não tem verba suficiente para atender às necessidades básicas de tantos animais abandonados.

Frequentemente, eles passam fome, e, no inverno, a situação só piora - muitos acabam dormindo direto na terra ou no cimento gelado.

Para ajudar abrigos de cães e gatos, a ONG Adote um Gatinho criou a "Campanha do Agasalho" em 2009 e agora promove a segunda edição. Com postos de arrecadação em petshops e clínicas veterinárias da Grande São Paulo, a ONG espera arrecadar cobertores, caminhas, roupinhas e outros donativos.

Para saber mais sobre a iniciativa, resultados de 2009 e onde levar a doação, acesse o site da campanha:
www.adoteumgatinho.uol.com.br/campanhadoagasalho

Confira os pontos de arrecadação:
http://adoteumgatinho.uol.com.br/campanhadoagasalho/pontos.htm

da Redação OToupeira -
http://www.otoupeira.com.br/
Fonte: http://www.otoupeira.com
adoteumgatinho2.zip.net

domingo, 6 de junho de 2010

vacinas(todas cães)

vacinas(todas)

Lembre-se: não basta vacinar o seu cão apenas quando

ele ainda é um filhote. É preciso renovar a proteção do

animal para que seu bichinho não fique vulnerável às

doenças. Veja abaixo quando cada vacina deve ser

aplicada.



Múltipla (V8 e V10)

É uma vacina muito importante. Protege contra doenças como:

- Cinomose: um vírus que causa inicialmente diarréia, vômito e falta de apetite.

Quando evolui para o pulmão,

pode causar pneumonia. A última

etapa é a fase neurológica, que

causa convulsões e alterações

neurológicas, como tiques e espasmos. Pode ser fatal


- Parvovirose: um vírus que causa crises de diarréia e de

vômito muito intensas, com perda de sangue. Como

destrói agressivamente a camada interna do intestino,

os animais desidratam e acabam morrendo rapidamente
- Leptospirose: é causada por água contaminada. Os

sintomas são emagrecimento, vômito e diarréia. A urina

pode ficar mais escura


- Hepatite: causada por vírus. Entre os sintomas estão

vômito, diarréia e aspecto amarelada na pele, na

mucosa da boca e nos olhos


- Coronavírus: causa diarréia


- Adenovírus: pode causar infecções intestinais brandas


- Influenza: é como o vírus da gripe e causa problemas

respiratórios

Primeira dose: quando o animal tem cerca de 45 dias de

vida


Outras doses: aos 75 e aos 105 dias


Reposição: um ano depois da terceira dose e

anualmente até o fim da vida do animal

Giárdia



A vacina protege contra a giárdia, causada por um

protozoário. Ela pode ser transmitida do animal para o

homem e vice-versa. Pode ser contraída por ingestão

de água contaminada ou por meio de contato com

asfezes de outro cão ou gato. Com a vacina, o animal

pode até se infectar, mas não desenvolve a doença

nem contamina o ambiente. Os sintomas são infecção

gástrica e de intestino, vômito e diarréia

Primeira dose: a partir dos 45 dias


Outra dose: 30 dias depois da primeira


Reposição: uma vez por ano

Traquibronquite

É causada por uma bactéria. Ocasiona inflamação da

traquéia, atinge os brônquios e pode levar à

pneumonia. É infecciosa, conhecida como "tosse dos

canis". Quando há um cão doente, todos os outros que

convivem com ele podem pegar a doença. Cachorros

doentes podem ter queda na resistência, o que pode

causar ainda outros problemas. Há dois tipos de

vacina: a líqüida, que se aplica dentro do nariz, e a

injetável

Primeira dose: quando o animal ainda é um filhote


Outra dose: a intranasal tem aplicação única. A injetável

deve ser reaplicada após 30 dias


Reposição: é injetável e feita uma vez por ano



Raiva
A vacina contra a doença é exigida por lei. Todo animal

precisa tomar anualmente


Primeira dose: a partir dos 4 meses de vida


Reposição: todos os anos

Importante



- Nenhuma vacina pode provocar vômito e diarréia


- Os sintomas são, em geral, dores no local.Febre e

mal-estar podem acontecer em alguns casos


- Se o animal tiver outro sintoma, leve-o ao veterinário.

Ele pode estar manifestando uma doença que já estava

incubada
- Reações alérgicas podem acontecer. Os sintomas são

rosto inchado e coceira


- Quando o animal ainda é filhote, é preciso esperar ao

menos uma semana, após a última dose, para expor o

cão ao convívio com outros bichos. Esse é o tempo

necessário para que a vacina faça efeito



Cachorro educado e cachorro saudavel

CACHORRO EDUCADO É CACHORRO SEGURO

Insertado por: Discovery Brasil en maio 19, 2010


Educar seu cachorro não é apenas um capricho que melhora a convivência, é uma norma de segurança que protege o próprio animal. Lembre-se, se você passear com um cachorro que não foi “educado”, ele pode se assustar com algum ruído estranho, correr atrás de outro cão e correr riscos ao tentar atravessar a rua, além de tentar brincar com pessoas que podem ter medo de cães, assustando-as. Em situações como estas, o cachorrro deve responder sem hesitar a um sinal (uma ordem ou comando) do dono e permanecer imóvel, ou retornar imediatamente.

Educar requer paciência, respeito e conhecimento, mas sobretudo, deve ser algo divertido para os dois. Alguns comandos básicos são:


Sentar:

Comece sempre usando a coleira, ela não precisa estar muito apertada, só o suficiente para que não deixe passar a cabeça com algum movimento brusco. Puxe suavemente a coleira com uma mão e, ao mesmo tempo, exerça uma pressão constante e suave com a outra mão sobre a anca do animal, pronunciando uma palavra curta (sempre a mesma), mas em tom forte e seco. As mais usadas são “sit” ou “sentado”. Você deve repetir o exercício muitas vezes e, pouco a pouco, ele começará a se sentar. Então, você deve repeti-lo sem colocar a mão em sua anca. Desta forma, o cão acabará associando a palavra e o puxão na coleira com o ato de sentar. Quando chegar a este nível, você pode fazer um exercício pronunciando a palavra, puxando a coleira e mostrando a palma da outra mão ligeiramente levantada. Com o tempo, você pode parar de puxar a coleira e somente a palavra e a mão levantada serão suficientes para fazê-lo sentar-se. Lembre-se de elogiá-lo por cada progresso.

Deitar de barriga para baixo:

Comece fazendo-o sentar e, desta vez, exerça uma pressão suave e firme sobre a cernelha do cão, enquanto diz o comando específico (down, deitado, etc). Se não conseguir, mova suavemente as mãos para frente até que ele se deite e diga a palavra. Com o tempo, ele entenderá e obedecerá. Você também pode pronunciar a palavra enquanto mostra a palma da mão ou o braço descendo suavemente até o solo. Em um certo momento, seu cão obedecerá ao ver o sinal.

Deitar de lado:

Quando ele estiver na posição deitada, faça uma suave pressão sobre seu lombo até que ele se deite de lado, pronunciando outro comando (side, de lado, etc). Você pode fazer com que se deite sobre um lado ou o outro fazendo pressão sobre o lado oposto ao desejado. Se você acompanhar a ordem com um movimento lateral da mão, da esquerda para a direita, e fizer pressão para que ele deite do lado direito, você conseguirá fazer com que o faça em ambos os lados.

Quieto:

Quando estiver passeando com a guia e quiser parar, puxe-a suavemente para trás e diga o comando (stay, quieto, alto, etc.). O exercício só atinge seu objetivo se o cão permanecer completamente imóvel. Se ele tentar avançar, repita sem sair do lugar. Use uma guia mais longa ou retrátil para que ele possa dar alguns passos à sua frente e diga o comando para que ele pare sem que você precise puxar a guia. Com as repetições, ele aprenderá a parar sob a ordem de comando.

Você pode fazer combinações destes comandos e obter um bom controle, segurança e diversão.

sábado, 5 de junho de 2010

marmaduke

Estreia hoje nos cinemas

"Marmaduke" é uma comédia para o público jovem e infantil

Na carona do sucesso de bilheteria "Marley e Eu", mais um filme de cachorro estreia hoje, prometendo ser um ótimo programa para toda a família. "Marmaduke", de Tom Dey, é inspirado no personagem homônimo da cartunista dinamarquês Brad Anderson
comedia marmaduke
Na década de 1950, o cartunista americano Brad Anderson criou o personagem Marmaduke, um cão dinamarquês pra lá de desajeitado que é o céu e o inferno da família Winslow. Nos quadrinhos, o humor é fino e se resume a sua indiferença em relação aos problemas que ele causa, ao seu porte físico enorme e a ironia dos membros de sua família.

Contudo, no filme de Tom Dey (o mesmo de “Armações do amor” e “Bater ou correr”), o cachorro ganha voz (de Owen Wilson, na versão legendada que não chegou ao Brasil) e conta sua história do seu ponto de vista. O cão continua desajeitado como no quadrinho e, com seus cerca de 90 quilos, promete causar alguns transtornos para os Winslow.

Mas, o centro da trama é o esforço que Marmaduke terá que fazer para ser aceito no grupo de cães de raça e conquistar uma cadelinha. Uma comédia animal que lembra bem os filmes sobre jovens americanos, não?

Tudo começa quando seus donos decidem se mudar da tranquila cidadezinha americana de Kansas para ir morar no agitado Estado da Califórnia. Tudo muda no novo lar para a família Winslow, principalmente para o integrante de quatro patas.

No parque, onde é levado para passear, ele tem que lutar por sua graminha ao sol. Lá, os grupos se dividem em esportistas (que correm o tempo todo atrás das bolas), as chefes de torcida, os bagunceiros, os chapados, os ricos e populares (com pedigree) e os independentes e os descolados, como Marmaduke.

O problema começa quando nosso protagonista se apaixona por Jezebel (dublada por Fergie, vocalista do Black Eyed Peas), namorada do cão Alfa, chefe da matilha. Agora, ele tem de se virar para entrar na elite dos canis e conquistar o amor da sua vida.

Vozes

Infelizmente, o longa não chegou aos cinemas nacionais com a versão legendada. Mais legal seria ver, ou melhor, ouvir grandes artistas emprestando suas vozes aos cãezinhos. Além de Owen Wilson (de "Uma noite no museu" e do já citado "Marley e Eu") e Fergie, Kiefer Sutherland (o Jack Bauer, de "24 horas") também está entre o elenco do filme na versão original. O herói da série de TV encarna Bosco.

Apesar de garantir boas risadas, a superprodução perde na essência do humor refinado do trabalho de Brad Anderson. O longa acaba se voltando muito mais para as crianças e deixando de lado uma irreverência que poderia ampliar ainda mais o público. Quem é fã de comédias animais pode gostar de mais essa.



Karine Zaranza
Repórter

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Bichinho faz bem pra saúde

Animal de estimação faz bem a saúde

Contato com pets combate o colesterol, tensão e picos de stress

Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker, na Austrália, concluiu que as pessoas que habitam em casas com animais de estimação são menos propensas a alguns problemas cardiovasculares, como o colesterol elevado, tensão alta e picos de stress.
saude caes
O estudo foi realizado ao longo de três anos e, para chegar a estes resultados, foram acompanhadas famílias com e sem animais de estimação.

Segundo uma investigadora envolvida na pesquisa, o contacto próximo com animais de companhia, para além de fazer diretamente bem à saúde, como é o caso das questões referidas, melhoram também o estado emocional. O estudo aponta ainda para que o fato de se ter animais de estimação promova sonos mais reparadores e diminua a probabilidade de incidência de depressões
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