sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Uma notícia ótima!

Animais são mais inteligentes do que se imaginava

Novas pesquisas mostram que alguns dão até sinais de consciência

Marcela Buscato



Brown brinca sob a supervisão de Márcio e sua mulher, Cecília. O cão achou o caminho de casa para pedir que alguém socorresse o dono(foto)

caoBrown é um dos 15 cães golden retriever do casal de criadores Márcio e Cecília Leite, de São Paulo. Um dos melhores representantes da raça: obediente, calmo e pouco afeito a latidos. Mas naquele 12 de outubro de 2006 nenhum de seus tratadores entendeu por que ele havia entrado em casa tão agitado, latindo e pulando nas paredes. Nem por que estava solto, fora de seu canil. Eles não sabiam que o cachorro tinha saído para passear com seu dono, Márcio. Era a primeira vez que Brown, um cão de competições de beleza, aventurava suas patas douradas pelas ruas do condomínio. A alegria do passeio acabou quando Márcio tropeçou e caiu em uma ribanceira, a 2 quilômetros de casa. Brown tentou levantá-lo. Como não conseguiu, foi buscar ajuda em casa. Ninguém lhe deu atenção. Márcio foi encontrado pela segurança do condomínio. As fraturas no rosto causadas pelo tombo e outras complicações lhe renderam 28 dias de hospital. Seis sedado. Só quando recobrou a consciência pôde desfazer o boato que corria entre médicos e enfermeiras: Brown não era o “cão que atacara” o próprio dono. “Ele tentou me salvar.”

A atitude de Brown não é só uma emocionante demonstração de afeto. Mostra o que muitos donos de bicho de estimação desconfiam, e que novas pesquisas científicas estão começando a constatar. Os animais são mais inteligentes do que parece. Um tipo de inteligência bem parecida com a nossa. O imaginário construído em torno da idéia do filósofo francês René Descartes, no século XVII – de que os animais seriam como máquinas, desprovidos de emoção e pensamento –, persistiu até o século XX. Mas foi definitivamente sepultado por estudos recentes, como o publicado em março por cientistas da Universidade Saint Andrews, na Escócia. Eles confirmaram que os animais não estão tão distantes de nós em uma habilidade considerada exclusivamente humana: a linguagem.

Os pesquisadores provaram que um tipo de macaco africano pode combinar sons em algo que se parece com uma forma rudimentar de nosso sistema de comunicação. Nas florestas da Nigéria, os macacos de nariz branco usam um som agudo e outro gutural como alerta. Combinando os dois, um macaco avisa os outros integrantes do grupo que espécie de predador viu (um leopardo ou uma águia) e que atitude vai tomar (ficar quieto ou fugir). E ainda se identifica. Combinações como essas estão na raiz da nossa linguagem.

“Nós subestimamos a capacidade dos animais por muito tempo”, diz Irene Pepperberg, pesquisadora da Universidade Brandeis, nos Estados Unidos, uma das pioneiras no estudo da inteligência animal. Irene adora contar como outros pesquisadores reagiram quando ela anunciou que pretendia ensinar o papagaio Alex a falar. Eles queriam saber o que ela havia fumado. Parecia loucura, mas ela só queria que a ave pudesse lhe contar como pensava. Sua idéia deu tão certo que o papagaio aprendeu a contar e a diferenciar conceitos como cor, formato e material. Olhando seus brinquedos, ele sabia responder qual chave era maior, a verde ou a amarela. “Green” (verde), dizia.

O talento de Alex mostra que elementos de nossa inteligência não são exclusivos aos humanos. “Formas avançadas de processar informações estão em muitas criaturas”, afirma Irene. “Durante a evolução, tanto animais como seres humanos estavam sujeitos às mesmas pressões ambientais, que selecionaram essas características.” Entender como os animais pensam pode ajudar a revelar por que os seres humanos desenvolveram uma mente tão complexa.

A origem da linguagem é uma das questões mais intrigantes. Até onde se sabe, apenas os seres humanos possuem tal sistema. Somos capazes de dar nomes para as coisas que vemos no mundo e ainda podemos relacioná-los em uma frase, com termos sem significado concreto (como preposições e artigos). Dependendo da ordenação desses elementos, produzimos múltiplos significados. Graças a esse sistema podemos transmitir idéias abstratas, como a noção de passado, presente e futuro.

Experiências com outros primatas, nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, tentaram verificar se eles seriam capazes de aprender nossa linguagem. Os estudos ficaram famosos porque era irresistível ver chimpanzés usando a linguagem de sinais, a mesma usada por pessoas surdas. E eles tinham certo talento. Nim Chimpsky, um chimpanzé criado por pesquisadores americanos, fazia o gesto de “sujeira” (seu jeito de pedir para ir ao banheiro) só para escapar das aulas. A fêmea Washoe surpreendeu seus criadores ao unir os sinais de ave e água (ave da água) para se referir a um cisne.

As pesquisas causaram entusiasmo na década de 1970, mas logo os pesquisadores s descobriram que os animais eram apenas bons aprendizes. E que tinham uma grande capacidade para se comunicar. Porém, nunca poderiam aprender a usar as palavras como os seres humanos. Talvez falte ao cérebro deles aquilo que nos faz capaz de ter linguagem (e que até hoje a ciência não sabe exatamente o que é). Os chimpanzés haviam aprendido alguns sinais e até os combinavam aleatoriamente. Mas sem consciência do significado exato.

É por isso que um cachorro, uma criatura mais distante do ser humano na escala evolutiva, embasbacou cientistas. Há quatro anos, o cão Rico, da Alemanha, deu indícios de que talvez as bases do tipo de raciocínio que usamos para aprender a linguagem também tenham surgido em outras espécies. Rico, um border collie, usava o mesmo processo mental que as crianças humanas para aprender palavras novas. O dono apresentava a ele vários brinquedos, entre os quais apenas um era novidade. E pedia para que o cão pegasse justamente o objeto desconhecido. Rico inferia que aquele som novo só podia corresponder ao brinquedo que ainda não tinha nome. Assim ele aprendeu mais de 200 palavras.

“Por enquanto, só encontramos essa habilidade em um único cão”, diz Juliane Kaminski, pesquisadora do Max Planck Institute, o centro alemão que estudou Rico. “Mas já é suficiente para dizer que essa técnica de aprendizado não é exclusiva dos humanos.” Rico morreu aos 12 anos, no ano passado. O significado de seu talento ainda gera discussão. Há quem afirme que o cachorro não tinha nenhuma técnica inata para associar sons a objetos. Apenas teria uma grande capacidade de raciocínio, adaptado para aquela tarefa.

Fonte : Revista Época

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Hurky siberiano!

Hi gays!Espero que esteja tudo ótimo!:)
Descobri um site especializado em resgatar e doar hurkys siberianos.
Se localiza em Portugal.
Mais melhor que lamentar é divulgar.
Pesso atenção.
Para divulgar por favor fale o que quiser mais não se esqueça de fatos muito importantes.
LOCALIZAÇÃO:Portugal.
É MAIS IMPORTANTE LAMENTAR POR NÃO SER NO BRASIL OU DIVULGÁ-LO PARA TENTAR ACHAR UM DONO PARA ELE??
VOCÊ PODE AJUDAR!!!
MUITAS PESSOAS ,DE PORTUGAL , VISITAM SITES BRASILEIROS E VICE-VERSA
COM SUA DIVULGAÇÃO UM DONO PODE SE INTERESSAR !!!
NÃO SE ESQUEÇA QUE UNIDOS VENCEREMOS
NÃO SE ESQUEÇA , SEU DIVULGAÇÃO PODE SALVAR VIDAS

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ninhadas Adote Um gatinho

Olha quem achou legal aparecer lá na AUG

Os filhotinhos, ah os filhotinhos... Tem coisa mais gostosa? A temporada de ninhadas nem começou, mas bebezinhos já começaram a pipocar por aqui.

Abandonados com apenas dois dias de vida, essas coisicas foram resgatadas por uma pessoa que nos achou e os levou para a Dra. Angélica. A Maria José, com suas mãos de fada e o aprendizado com a Dra. Angélica, cuida deles na mamadeira e eles estão crescendo fortinhos. Estamos na torcida! Não queremos nos animar muito porque são bebês de mamadeira e cada dia é uma vitória, mas estamos esperançosas.




Alguns dias depois, apareceu mais uma ninhadinha sem mãe e mais uma turminha para a Maria cuidar na mamadeira. Estes estão fraquinhos, mas lutando. Um dele é muito menor que os irmãos, estamos muito preocupadas...




E lembram da mamãe faminta que resgatamos do boletim passado? Pois ela teve seus bebês e é uma mamãe carinhosa e zelosa, cheeeeeeia de leite para cuidar dos seus quatro filhotes branquinhos como a neve. Lindos, dá vontade de morder!

Como colocamos essas fotos no Facebook e as pessoas enlouqueceram querendo adotá-los, queremos avisar que não vamos reservar nenhum deles e ainda faltam mais dois meses e meio, pelo menos, até que possam ser castrados e doados. Gatos não devem ser adotados só pela sua beleza, mas também pela sua simpatia, né? Temos muitos gatinhos simpáticos no site esperando por adoção faz muito tempo. Pensem nisso, ok?

O mesmo vale para essa ninhada, que parece de mentira! Seis meninas!!! Seis!!! Nenhum machinho. Seis lindezas que, por sorte, são fortinhas e foram resgatadas em melhores condições que os bebês sem mãe.



No dia em que fiz essas fotos das siamesas bebês, estava saindo quando encontrei uma moça com uma caixinha entregando essas três fofuras para a Dra. Angélica.




Ainda sobre bebezinhos, essas gracinhas foram abandonadas em uma praça dentro de uma caixinha de papel. Estavam LOTADOS de pulgas, não sei como aguentaram porque são uns ticos de gatos e deviam ter umas 100 pulgas em cada um. A pretinha é menina e o frajola é menino. Fofos!



Lembram que no boletim passado mostramos o Ruivão, achado zanzando abandonado e resgatado por uma conhecida? Pois acreditem, ele tinha dona e ela estava procurando por ele desde fevereiro. Essa história arrancou lágrimas de quem a acompanhou. O Ruivão, que na verdade se chama Max, tinha um amigo, idoso como ele. Quando o seu amigo morreu, ele ficou desesperado à sua procura. E ele, que nunca tinha saído de casa (eles moravam em um apartamento no térreo), resolveu procurar o companheiro pelo bairro e não encontrou o caminho de volta para casa. O nosso último boletim foi repassado e chegou até a Denise, que logo identificou o seu gato amado e entrou em contato desesperada para poder ficar com ele de volta. Ruivão voltou pra casa depois de quatro meses, magro, maltratado e com muitas cicatrizes do tempo que ficou na rua. E Denise aprendeu a lição: disse que vai colocar as redes de proteção em todas as janelas para que o Ruivão nunca mais tenha que passar por isso de novo.

Adote pela internet

Saiba como adotar um animal pela internet

Voluntários mudam o destino de animais mal tratados ou abandonados nas ruas da capital. É possível adotar um cachorro até pela internet.

sábado, 7 de agosto de 2010

Melhor amigo,ontem hoje e sempre...

O melhor amigo do homem... das cavernas

Cães ocupam a posição de melhor amigo do homem há mais de 14 mil anos

Segundo novas pesquisas, os cães ocupam a posição de melhor amigo do homem há mais de 14 mil anos. Um maxilar superior encontrado na caverna suíça de 1873 , e só agora analisado em detalhe, é a prova.


caes


Pesquisadores da Universidade de Tübingen, no sul da Alemanha, estudaram o maxilar superior de um cão, supostamente o mais antigo do mundo, comprovando que o homem já contava com a companhia dos cães há mais de 14 mil anos.


O osso, encontrado em 1873 na Caverna Kesserloch, no Cantão de Schaffhausen, Suíça, só agora foi analisado detalhadamente. De acordo com as informações publicadas pelos cientistas Hannes Napierala e Hans-Peter Uerpmann na revista científica International Journal of Osteoarchaeology, o animal viveu há cerca de 14.100 a 14.600 anos.


"Nessa época, os homens ainda eram caçadores e coletores", situou Napierala. Em função do tamanho dos dentes caninos e da mandíbula, os pesquisadores têm certeza de tratar-se de um cão, não de um lobo.


Terra natal dos peludos


Ainda não se sabe exatamente o local de origem dos cães. Estudos genéticos apontam para a China, porém Napierala e Uerpmann não estão convencidos de que os lobos tenham sido domesticados na China e então trazidos para a Europa. Sua teoria é, antes, que a domesticação ocorreu de forma independente em diferentes partes do mundo.


Para obter uma informação exata de sua procedência, seria necessária uma comparação genética entre os cães e lobos da pré-história, e o Cão de Kesserloch pode contribuir para a solução do enigma.


Os cientistas planejam reconstituir seu genótipo a partir do osso encontrado, e estão bastante otimistas em relação aos resultados, pois, segundo Napierala, o maxilar superior está notavelmente bem conservado.


JD/dpa
Revisão: Augusto Valente



Fonte: http://www.dw-world.de

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Deesoberto;Gene que determina tamanho dos cachorros

Descoberto gene que determina tamanho de cachorros

Seleção genética para criar cachorros pequenos está relacionada ao surgimento das cidades

The New York Times


Cientistas identificaram o fator do genoma canino que parece ter gerado o tamanho reduzido em cachorros, uma variante do gene chamado – oriundo do Oriente Médio. A pesquisa foi relatada pelo jornal BMC Biology.
tamanho caes
O genoma do cachorro parece ser quase infinitamente maleável, com cerca de 400 raças distintas. Desde que os cachorros foram domesticados pela primeira vez, há aproximadamente 14 mil anos, os humanos os têm criado seletivamente em busca de traços desejados de aparência e comportamento, com o resultado de que os cachorros de uma raça controlada são muito mais semelhantes do que irmãos humanos.

Cachorro de apartamento
Certas raças são escolhidas pelos humanos por serem mais compatíveis com espaços pequenos, e nem sempre são cachorros pequenos. Membros individuais de raças maiores, como alguns hounds, mastins e até dogues alemães, são conhecidos por viverem alegremente em espaços pequenos se obtêm bastante exercício ao ar livre, enquanto um pequeno e elétrico terrier pode destruir até mesmo um apartamento grande numa perseguição imaginária da presa que ele foi criado para caçar.

Comentários especularam que a escolha por criar cachorros menores pode ter se relacionado com as condições apertadas das cidades que surgiam.

Porém, especialistas em comportamento de cachorros enfatizam que muitas raças são adaptáveis a espaços limitados de criação, e advertem que o cachorro individual, seu histórico, seu treinamento e suas oportunidades recreativas determinarão a sua adaptação a espaços maiores ou menores.



Fonte: IG

domingo, 1 de agosto de 2010

cÃES IMITAM OS DONOS

Estudo comprova que cães imitam seus donos

Os cães aprendem rapidamente por meio de imitações

Do R7


cao imita dono


Cientistas que estudam o comportamento imitativo descobriram que assim como as pessoas, os cães aprendem rapidamente por meio de imitações.


Pesquisadores da Universidade de Viena, na Áustria, e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, construíram uma caixa com uma porta para comprovar essa teoria.


O teste inicial foi feito em dez cães. Primeiro, os donos abriam a porta com as mãos ou com a boca. Quando o dono usava a mão, o animal tinha que usar a pata para abrir e ganhar uma recompensa. Se o dono abria a porta com a boca, o cachorro teria de usar a mesma técnica para receber o agrado.


O segundo grupo tinha que fazer a ação contrária – abrir a porta com a boca se o dono abrisse com a mão, e vice-versa – para ter direito a recompensa.


A conclusão é que o primeiro grupo foi muito mais rápido no aprendizado, o que mostra uma facilidade para imitar ações.


O estudo revela que a imitação automática em cães está mais ligada às interações com as pessoas do que com sua história evolutiva de domesticação.


Friederike Range, da Universidade de Viena, disse que a aprendizagem por imitação automática tem vantagens evolutivas porque os animais podem aprender sem passar por um processo de tentativa e erro, que sempre tem riscos.


Os estudos sobre imitação automática são importantes porque ela crucial para a herança cultural de comportamentos. Essa característica sugere a presença de “neurônios-espelhos” responsáveis pela repetição de ações e interação entre seres humanos.




Fonte: http://noticias.r7.com