domingo, 1 de maio de 2011

Vixee engoliu o que fazer?

Meu pet ingeriu um objeto - o que fazer?


O cão ou o gato que engole um objeto pode estar correndo grave risco.Saiba como proceder nessa situação.

Você já se deparou com o cão ou gato colocando objetos na boca? Sabe que, dependendo do tipo de objeto engolido, as conseqüências podem ser seríssimas? Mesmo quando a deglutição de objeto é percebida pelo dono do animal, muitas vezes não é dada a atenção adequada, por desconhecimento do risco existente.

Um objeto quer permanece no organismo pode provocar lesão progressiva de órgão interno com muita dor ou obstruir o esôfago, estômago ou intestino, e levar à morte em casos extremos.Para evitar o sofrimento e aumentar as chances de sobrevivência, é importante diagnosticar o quanto antes a presença de corpo estranho e iniciar logo o tratamento.

São sintomas típicos de ingestão de objeto o animal apresentar vômito (com ou sem sangue), regurgitação, diarréia, febre ou dificuldade respiratória.Numa situação dessas, é importante levar logo o animal ao médico-veterinário para ele avaliar as alterações clínicas e verificar se há presença de corpo estranho, o que pode ser feito por meio de exames de imagem, como radiografia, ultrassonografia e/ou endoscopia.Confirmada a presença do objeto, o médico-veterinário optará por acompanhar a passagem do mesmo pelo trato alimentar até sair nas fezes ou por provocar a expulsão dele por vômito ou, ainda, por removê-lo por meio de endoscopia ou cirurgia.
Veja o texto Completo


Objeto no esôfago

É necessário fazer a remoção do corpo estranho que impede a passagem dos alimentos pelo esôfago.Além de a obstrução ocasionar muita dor e febre, pode comprimir o coração e a traquéia, resultando em dificuldade respiratória e arritmia cardíaca, e evoluir ainda para ruptura do esôfago e morte súbita.

A primeira opção é remover por endoscopia o objeto ingerido.Esse procedimento necessita de habilidade, pois pode estar comprimido estruturas importantes ou pode ter sido criada uma úlcera ou rompimento de parede.A vantagem da endoscopia realizada por profissional experiente é que demora apenas cerca de cinco minutos e, depois de terminada, o pet retorna imediatamente à vida normal, sem precisar de medicamentos nem de outros cuidados pós-operatórios.Quando não é possível utilizar a endoscopia, a alternativa é a cirurgia torácica, método invasivo que permite remover também o corpo estranho, porém, além de necessitar de um cirurgião e de um anestesista experiente no pós-operatório necessita de dieta especial e também do uso de antibiótico, analgésico, antiinflamatório e curativos para ajudar na cicatrização e evitar infecções.

Entre os objetos mais encontrados no esôfago estão osso de frango, osso de porco, vértebra de boi (rabada), nós de couro, aperitivos alimentares caninos e anzol.

Objeto no estômago

Um corpo estranho no estômago pode causar desde inflamação, dor, vômito, falta de apetite e hemorragia até perfuração.Se for um objeto não muito grande, a recomendação é removê-lo com endoscopia.Caso contrário, a alternativa é recorrer à cirurgia.Os objetos mais encontrados no estômago são agulha, anzol, brinquedos, alimentos como azeitona, caroço de manga, caroço de pêssego, ossos, petisco canino, pelo (tricobezoar), cabelo, moeda, chave, cadeado, lacre de requeijão, pedra, parafuso, prego, bolinha de borracha, bolinha de pigue-pongue, bola de tênis, chinelo, espeto de churrasco, esponja para lavar louça e tampa de refrigerante, entre outros.

Objeto no intestino

A presença de corpo estranho no intestino pode causar úlceras e perfurações.Ao contrário do que possa parecer, o maior risco vem dos corpos estranhos flexíveis e longos, como linha, barbante, tecido, fio dental, fio de pesca, pano e toalha, entre outros.Por causa dos diferentes movimentos realizados em diferentes trechos do intestino, órgão que pode chegar a mais de dois metros de comprimento,esses objetos, quando ficam com uma parte presa enquanto a outra é empurrada para a frente, esticam e tornam-se cortantes.

Já acompanhei muitos casos de corpo estranho linear em que tivemos de remover mais de 20 centímetros de intestino ou até abrir e suturar mais de 15 lugares para retirar um barbante.Em situações externas, a lesão é tão extensa que não há mais como ajudar o animal.

Prevenir é sempre a melhor estratégia.Cabe aos moradores da casa colaborar para deixar fora do alcance dos animais os objetos que possam causar danos.

Por Franz Yoshitoshi
Fonte: Revista Cães & Cia.dez/2010, pág.53

domingo, 10 de abril de 2011

Cão com criança é mais ativa

Criança com cão é mais ativa



Nas casas e que há cão, as crianças andam 11 minutos a mais por dia do que nas que não há.Essa é a conclusão de um estudo publicado em setembro de 2010 por pesquisadores da Universidade de Londres, depois de registrarem, durante uma semana, cada passo dado por 1.784 crianças de 9 a 10 anos (202 delas com cães em casa - na Inglaterra, há cães em apenas cerca de 10% dos lares).

A medição foi feita com a ajuda de um aparelho colocado em cada garoto.Em média, cada criança de uma família que tem cão andou 325 minutos por dia (10.115 passos), enquanto as crianças sem cão caminharam 314 minutos (9.798 passos)."Foi demonstrado que crianças com cão têm maior nível de atividade física; o difícil é saber se são as famílias mais ativas que costumam ter cão ou se são os cães que estimulam as famílias a serem mais ativas", comenta o coordenador da pesquisa, Christopher Owen.


Fonte: Revista Cães & Cia, dez.2010, pág.8.

domingo, 3 de abril de 2011

Ter um ou masi cães:Vantagens e Desvantagens

Ter um ou mais cães: vantagens e desvantagens

Por Equipe Cão Cidadão

Os cães são animais sociais que detestam ficar sozinhos. Um segundo cão com certeza ajuda a amenizar a solidão. Em contrapartida, podem ocorrer brigas e o trabalho e os gastos também aumentam. Então o que é melhor: ter um ou mais cães?

Fase de adaptação e brigas

Durante o primeiro mês em que chega o novato, o cão que está há mais tempo na casa percebe que perdeu espaço e atenção. Principalmente no início é comum que ocorram brigas e disputas, o que nem sempre inviabiliza a permanência do segundo cão. Aos poucos os cachorros vão se conhecendo e tendo mais confiança para interagir e brincar.

É normal que cães que morem juntos se estranhem de vez em quando, mas às vezes as brigas passam dos limites e podem causar machucados graves. Quanto mais cães, maior a chance de ocorrer uma briga séria.

Para prevenir este problema é fundamental ter um bom controle sobre os cães e escolher corretamente os indivíduos que formarão o grupo. Normalmente, cães com temperamentos, sexos e tamanhos diferentes costumam se entender melhor. Então, irmãos de uma mesma ninhada nem sempre serão bons companheiros quando adultos.

Alguns cachorros não toleram outros, principalmente quando não foram sociabilizados quando filhotes. Em alguns casos mais graves é necessário separar definitivamente os cães.

Se o veterano já for velhinho, o cãozinho mais jovem pode incomodá-lo com as brincadeiras.

Destruição, limpeza e gastos

Com mais de um cachorro em casa, é provável que a bagunça aumente ao invés de diminuir. Sozinho, o cão é menos ativo e portanto, menos bagunceiro. Em contrapartida, em dois eles ficam mais ativos, mais bagunceiros, porém, mais felizes.

Alguns cães sofrem de um distúrbio conhecido como “ansiedade de separação”. Estes cães ficam desesperados ou deprimidos quando seus companheiros humanos estão longe, podem se tornar destrutivos ou latir e chorar em excesso. Nestes casos, adotar um segundo cachorro, não resolve o problema! É preciso tratá-lo com ajuda de um especialista em comportamento. Porém, a presença do novo cão pode vir a auxiliar no tratamento.

Os cuidados com higiene e limpeza do ambiente aumentam. Os gastos com ração, veterinários, brinquedos, banhos e outros também ficam mais altos. Muitas pessoas pensam que é legal ter vários cães não acabam levando isso em consideração, e depois acabam abandonando os animais por não terem condições de criá-los. Por isso, leve em consideração o orçamento que você pode disponibilizar para isso, sem prejudicar nem a sua situação financeira nem o bem estar do animal.

Educação

Quando o cão está em nossa família há alguns anos, tendemos a esquecer o trabalho que tivemos para educá-lo. Ele conhece nossa rotina e já está bem adaptado a ela. Quando o novo cachorro chega, é necessário investir tempo e paciência para que ele aprenda as mesmas coisas. Normalmente, somos mais rígidos com o primeiro cão, e esperamos que o “novato” aprenda sozinho, o que o outro cachorro já sabe, o que nem sempre funciona. Por tanto, não descuide dos treinos!

Em resumo: ter mais de um cão em casa é uma ótima opção, desde que o dono tenha condições de arcar com os gastos, esteja disposto a ensinar tudo ao novo cãozinho e seja um bom líder da matilha que terá em casa.

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Texto Claudia Terzian (adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

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domingo, 27 de março de 2011

Problemas com o xixi

Problemas com o xixi no lugar errado? Descubra o porque…

Por Equipe Cão Cidadão

Quando falamos em xixi fora do lugar, primeiramente devemos entender qual a função da urina para os cães. A maioria das pessoas não sabe, mas a urina é utilizada como uma ferramenta de comunicação. Isso mesmo, ao contrário do que possa parecer, ela também tem esta função. Quando um cão cheira o xixi de outro, ele coleta diversas informações, como estado de saúde, sexo, estágio do ciclo estral, entre outras coisas. Neste artigo vamos entender três situações que podem fazer o cão urinar: submissão, ansiedade e dominância.

Xixi por submissão

Vemos esta situação muito claramente quando, por exemplo, damos uma bronca no cão e ele começa a urinar. Normalmente quando isso acontece, ele também irá adotar uma postura submissa, colocando o rabo entre as pernas. Como dissemos no início do artigo, a urina é uma ferramenta de comunicação e, muitas vezes, é utilizada para marcar objetos e seu próprio território. Quando o cão se sente inseguro por estar sendo repreendido, ele tenta mostrar ao dono ou a quem cuida dele que está totalmente submisso a ele, inclusive deixando claro que todo o seu xixi (aquele que serviria para marcação e demarcação) esta sendo jogado fora, demonstrando que ele não tem pretensão nenhuma de utilizar esta ferramenta e que o ambiente está no poder da outra pessoa. Este é um comportamento instintivo, que foi selecionado durante a evolução. Portanto, não adianta brigar com o cão por estar fazendo xixi nesta situação: na cabeça dele, ele já esta mostrando o máximo de submissão e mais broncas só iriam complicar ainda mais o entendimento dele: pela lógica canina, ele deveria fazer mais xixi, pois estaria entendendo que a pessoa da bronca não esta compreendendo a mensagem de “eu estou rendido”.

Xixi por ansiedade ou excitação

Esta situação é muito comum quando chegamos em casa: o cãozinho nos recebe com toda sua felicidade e não consegue segurar o xixi. É muito normal que isso aconteça com filhotes. Nesse caso, com o passar do tempo, em geral, eles conseguem adquirir o controle da urina. No entanto, ao perceber que se trata de um comportamento recorrente, devemos agir da seguinte forma: visto que este xixi está sendo feito por uma alta excitação do cão, devemos tentar controlar o estímulo que causa esta ansiedade. Quando chegamos em casa, por exemplo, não devemos fazer aquela baita festa para o cão. Ignore-o por alguns minutos e quando ele já estiver calmo, vá até ele e diga um "oi".

Xixi por dominância

Nesse caso o cão estará disposto a mostrar a um terceiro (seja outros animais ou pessoas) que os objetos e o local estão impregnados com seu cheiro, pois ele é quem manda ali. Para lidar com esta situação, devemos conseguir interromper este comportamento no momento em que estiver para ocorrer: podemos dar um susto no bicho – fazendo muito barulho com uma lata cheia de moedas, por exemplo. Junto com este treino devemos estimular e recompensar os xixis feitos nos locais corretos. Além disso, devemos assumir um papel de líder no grupo, o qual não permite que exista este tipo de marcação. Essa liderança deve ser adquirida por meio de treinamento e metodologias que valorizem as atitudes corretas, desta maneira o cão sentirá prazer em ter alguém no comando, e não precisará ficar reafirmando sua posição hierárquica pela marcação com o xixi.

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Texto: Daniel Svevo (consultor de comportamento da Equipe Cão Cidadão)
Revisão e Edição: Alex Candido

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domingo, 20 de março de 2011

Fazer comida em casa para os pets pode ser perigoso

Fazer comida em casa para os pets pode ser perigoso
Antes de preparar comida para seu cão ou gato, marque uma consulta com o veterinário




Se você acha que dar comida feita em casa para seu gato ou cachorro é bem mais saudável do que comprar ração industrializada, é preciso verificar se você está tomando alguns cuidados.

A alimentação do animal deve ser adequada ao tanto de energia que ele gasta diariamente.

Luiz Renato Flaquer Rocha, médico veterinário e diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, lembra que a medicina veterinária está crescendo a cada dia e muitos especialistas em nutrição animal estão por aí.

Antes de preparar em casa a comidinha do seu pet é essencial uma visita ao veterinário. Flaquer explica alguns cuidados necessários.

- Não é indicado dar comida de gente, mas com diversos cuidados é possível fazer em casa. É necessário equilibrar a alimentação para o animal ter mais saúde.

Fernanda Gamba de Assis, médica veterinária da clínica Coveti/Lardog é quem cuida da alimentação de pets em tratamento intensivo. Ela lembra que entre os perigos da comida caseira sem acompanhamento de um especialista está o cuidado com os dentes do animal.

Com refeições caseiras, o acúmulo do tártaro na dentição de cães e gatos é maior, o que aumenta o risco de doenças odontológicas.

Conheça as principais doenças bucais em cães e gatos

- A alimentação caseira deve ser balanceada, com orientação veterinária. Comida para pet não é resto de comida dos donos.

Fernanda ensina que, em uma consulta nutricional, o veterinário muitas vezes indicará um suplemento vitamínico para ser misturado à comida caseira, uma vez que a comida dos donos não supre o valor nutricional que os pets precisam.

- O profissional fará uma avaliação energética do animal, da estrutura corporal dele, se ele possui gordura localizada, o quanto ele gasta de energia por dia e só então fará uma dieta nutricional balanceada e personalizada para aquele bicho.

Flaquer lembra que animais com problemas de saúde requerem ainda mais cuidados nutricionais. Às vezes, uma ração já pronta dá conta do recado, em outras situações, o pet vai precisar de complementos de vitaminas ou sais minerais.

- Cada caso é um caso. Arroz com frango e batata, por exemplo, é uma alimentação para um animal que esteja se recuperando de alguma doença ou indisposição. Mas se uma dieta desta for diária, o animal não receberá todos os nutrientes que ele precisa, pois ele não pode ficar sem ferro, zinco, vitamina C, A e complexo B12, além de cálcio e outros itens.

Arroz, frango, carne de carneiro, fígado, pâncreas, brócolis, couve-flor e ovo estão entre os alimentos recomendados para matar a fome do seu pet em casa. Tudo cozido e com pouco tempero. É necessário prestar muita atenção em condimentos, que os donos podem adorar, mas com certeza farão mal ao cachorro ou gato.

Bichos mais velhos, cuidados redobrados

Os animais idosos merecem ainda mais cuidados com a alimentação. O veterinário Luiz Renato Flaquer Rocha recomenda uma observação maior e consultas com especialistas.

- O pet mais velho pode desenvolver problemas renais. Também há chances dele provavelmente precisar de complementos e suplementos para melhorar a flora intestinal.

Chocolate, cebola e leite: alimentos perigosos

O conselho de Melissa Guillen, médica veterinária da policlínica da Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, é manter distância entre os pets e alguns alimentos que podem levá-los até a morte.

Entre os alimentos que apresentam ameaça aos cães e gatos está a cebola, que, segundo a médica, provoca um tipo de anemia, principalmente em gatos.

E quem nunca achou bonitinho um filhote de cachorro ou um felino tomando leite? Pois é, outra ameaça.

- O leite pode provocar fortes diarreias porque possui lactose. Os animais não produzem a lactase que é a enzima que absorve a lactose. Poucos cães e gatos produzem a substância em pequenas quantidades. Portanto, o leite é proibido para os pets.

Já o chocolate, que os donos tanto adoram, é um verdadeiro veneno para os bichos.

- O chocolate possui uma substância tóxica para os cães e gatos e pode agir como veneno e até matar.

Quando o assunto é alimentação orgânica, o resultado é o mesmo que nos humanos: mais saúde por se tratar de produtos sem resíduos químicos. No entanto, a carne crua, recomendada por defensores de uma dieta para pets orgânica e natural, também é contraindicada.

Existem várias linhas de alimentação natural para cães, inclusive uma com alimentos crus, que não é recomendada porque o alimento cru pode transmitir várias doenças, principalmente as carnes. Dê preferência aos alimentos cozidos se for cuidar dos pets com a alimentação feita em casa.

Osso de boi, porco ou galinha nem pensar

O osso não deve ser dado aos animais, nem cozido, muito menos cru.

Segundo Melissa, é comum cirurgias para a retirada de ossos presos ao esôfago de cachorros. Além deste perigo, ossos podem causar perfurações no intestino do pet e quando passam pelo esôfago podem acarretar obstruções intestinais, que também precisa de procedimento cirúrgico.

- Qualquer osso é perigoso, principalmente o da galinha. O que chamamos de osso da sorte, em formato de Y, é o mais perigoso. Ossos de porco também, pois são largos demais e mesmo que um cachorro seja de grande porte, o osso pode causar obstruções intestinais.

Fonte: por Gisele Coutinho - R7

domingo, 13 de março de 2011

ALERTA OBRISADE CANINA NOS EUA



Obesidade também é problema em cães nos EUA

Mais da metade dos cães americanos está com sobrepeso por excesso de alimentação e falta de exercícios.

Não é apenas a população norte-americana que passa por uma epidemia de obesidade. O problema de saúde atinge também os 171 milhões de cães e gatos do país. Tanto, que metade deles já apresentam um quadro de sobrepeso. Este foi o resultado de um estudo realizado pela Associação para a Prevenção da Obesidade em Animais de Estimação em parceria com o Hospital Veterinário Banfield.

Segundo o jornal Wall Street Journal dos 50% considerados acima do peso, pelo menos 20% são obesos, o que facilita o surgimento de problemas como artrite, câncer, diabetes e falência dos rins. Em contrapartida, curiosamente, os animais que comem um pouco abaixo do necessário vivem mais.

Em entrevista ao Wall Street Journal o veterinário Steven Budsberg, da Universidade da Georgia, disse que a obesidade em animais é um problema de responsabilidade do dono e que deve ser combatida. “Eu nunca ouvi falar de um Pastor Alemão que abrisse a geladeira ou o saco de ração para comer mais”.

De acordo com Ernie Ward, fundador da Associação para a Prevenção da Obesidade em Animais de Estimação, o principal motivo para a obesidade em felinos é a diminuição de consultas veterinárias realizadas em 2010, o que impossibilitou o acompanhamento dos animais. O excesso de alimentação e a falta de exercícios também contribuem para o quadro também nos cães.

Para reduzir o problema os especialistas estão trabalhando para desenvolver desde esteiras para pets a exames de sangue que determinam a porcentagem de gordura corporal nos animais. Tudo isso para evitar problemas ainda mais sérios, como hérnia de disco e doenças no coração. Estima-se que os americanos tenham gastado em 2010 cerca de 25 milhões de dólares com o tratamento de seus pets gordinhos.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Três novas raças de cães são reconhecidas pelo AKC - American Kennel Club

Três novas raças de cães são reconhecidas pelo AKC - American Kennel Club

Kennel Clube Americano reconheceu como autênticas as raças: Xoloitzcuintli, Entlebucher Mountain Dog e Norwegian Lundehund

O American Kennel Clube vem com novidades para os fãs de cães e de suas raças.A entidade acaba de anunciar o reconhecimento de três linhagens de cães completamente diferentes.

De acordo com o site da revista People Pets as raças Xoloitzcuintli (pronuncia-se chou-lou-cuintli), Entlebucher Mountain Dog e Norwegian Lundehund passam a ser reconhecidas em território norte-americano.
Acompanhe, a seguir, as primeiras informações oficiais sobre os cães:

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Dog-traning

Xoloitzcuintli: Sua história já conta com mais de 3.000 anos. Atualmente, é considerado o cão nacional do México. Conhecido como “cachorro curandeiro” o Xolo vem sendo utilizado ao longo de anos para curar problemas articulares e musculares. Para tanto as pessoas precisam colocar o animal em cima do local dolorido para que toda a dor acabe. Acredita-se que ele também tenha poderes espirituais para com os mortos.É um ótimo companheiro por ser atento e tranquilo. Foto: http://216.92.103.202/opets/images/20101129gidget.jpg

Elio v Schaerlig im Juni 2007 klein 300x264 Entlebucher Mountain Dog: Your Next Family Pet?

: Originário dos Alpes Suíços, o Entle foi criado para pastorear vacas. Trata-se de um cão extremamente inteligente e fácil de adestrar, sendo pensado para até mesmo voltar para casa depois de um dia de trabalho sem precisar da companhia do fazendeiro.Bastante ativos, esses cachorros precisam de muito exercício para gastar toda a sua energia. Por isso, também são uma ótima opção para famílias com crianças. Foto: 4.bp.blogspot.com/_GlkDXkM0ac4/SwG6XW6bZeI/AAAAAAAAAf8/QymHmQYKmaU/s1600/IMG_0439.JPG



Norwegian Lundehund Dog
Norwegian Lundehund: Este animal apresenta uma característica bastante exótica em suas patas. Ele têm seis, e às vezes, até sete dedos para facilitar as constantes escaladas em picos e montes que o animal foi feito para suportar. O cão também é extremamente flexível e consegue abrir suas patas como se fossem asas. Embora sejam apontados como cães leais e brincalhões, podem ser pouco afáveis com desconhecidos.Foto: farm3.static.flickr.com/2164/1586379848_3d6aaf1650_o.jpg